Frida,
É no desgosto
Da partida
Que no peito
Nasce um Kahlo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
Bateu asas e voou
Descobri o que era poesia
Assim que teus olhos avistaram
Sorrateiramente os meus.
Eram versos livres
Tão livres que senti
Tuas a a
s s
Pelo céu da minha boca.
As estrofes eram únicas
Exclusivas d'um corpo são
Em uma alma felizmente
s
e
n
i
l.
Não há escritos que descrevam
Por mim
A formosa poesia que és
Tu.
Assim que teus olhos avistaram
Sorrateiramente os meus.
Eram versos livres
Tão livres que senti
Tuas a a
s s
Pelo céu da minha boca.
As estrofes eram únicas
Exclusivas d'um corpo são
Em uma alma felizmente
s
e
n
i
l.
Não há escritos que descrevam
Por mim
A formosa poesia que és
Tu.
domingo, 16 de novembro de 2014
106 - poesia
A vida que te ilumina
É a que corrói e desatina
Quem me dera na ferida
Não sentir o espasmo da partida.
N’alma restou o pó
Por querer versificar
Nunca deixe sentir-se só
Quando tens como amar.
O pôr do sol quer que o veja
Chegue antes da maresia
Caso não haja tal surpresa
A transforme em poesia.
É a que corrói e desatina
Quem me dera na ferida
Não sentir o espasmo da partida.
N’alma restou o pó
Por querer versificar
Nunca deixe sentir-se só
Quando tens como amar.
O pôr do sol quer que o veja
Chegue antes da maresia
Caso não haja tal surpresa
A transforme em poesia.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
411, com amor
Há poesia
Em linhas
Tortas.
Há loucura
Em dia
São.
Há aperto
No que é
Frouxo.
Há sossego
Na tormenta
Paixão.
O que não há
De haver
Nesta história
É o que agora
Virou dor
De frouxo
Tornou-se aperto
De sossego
Brotou o amor.
A insanidade
Me beijou
Como quem
Vem por saudade
Se eu digo
Que és poesia
É por ter querer
Entre versos
Em cortesia.
Em linhas
Tortas.
Há loucura
Em dia
São.
Há aperto
No que é
Frouxo.
Há sossego
Na tormenta
Paixão.
O que não há
De haver
Nesta história
É o que agora
Virou dor
De frouxo
Tornou-se aperto
De sossego
Brotou o amor.
A insanidade
Me beijou
Como quem
Vem por saudade
Se eu digo
Que és poesia
É por ter querer
Entre versos
Em cortesia.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Soneto #1
Um sentimento
Uma emoção
Um amor
Dois corações.
Duas vidas
Uma união
Uma sintonia
Em perfeita evolução.
Minh'alma amou
Neste terceto
Sem provar a paixão.
Leve desta história
Um soneto
Nenhuma descrição.
(Coautoria: Raphael (lindezo) Ribeiro)
Uma emoção
Um amor
Dois corações.
Duas vidas
Uma união
Uma sintonia
Em perfeita evolução.
Minh'alma amou
Neste terceto
Sem provar a paixão.
Leve desta história
Um soneto
Nenhuma descrição.
(Coautoria: Raphael (lindezo) Ribeiro)
domingo, 19 de outubro de 2014
Memórias de uma deixa
I
Sufocou a minha solidão
Com as nossas doses
De paixão.
II
Poesia era o que
O meu peito fazia
Enquanto sua boca ria.
III
Sumiu com o inverno:
Nem o diabo te quis
No inferno.
IV
Melancolia:
Afoguei-te
Na poesia.
Sufocou a minha solidão
Com as nossas doses
De paixão.
II
Poesia era o que
O meu peito fazia
Enquanto sua boca ria.
III
Sumiu com o inverno:
Nem o diabo te quis
No inferno.
IV
Melancolia:
Afoguei-te
Na poesia.
Assinar:
Postagens (Atom)