A vida que te ilumina
É a que corrói e desatina
Quem me dera na ferida
Não sentir o espasmo da partida.
N’alma restou o pó
Por querer versificar
Nunca deixe sentir-se só
Quando tens como amar.
O pôr do sol quer que o veja
Chegue antes da maresia
Caso não haja tal surpresa
A transforme em poesia.
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