A vida que te ilumina
É a que corrói e desatina
Quem me dera na ferida
Não sentir o espasmo da partida.
N’alma restou o pó
Por querer versificar
Nunca deixe sentir-se só
Quando tens como amar.
O pôr do sol quer que o veja
Chegue antes da maresia
Caso não haja tal surpresa
A transforme em poesia.
domingo, 16 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
411, com amor
Há poesia
Em linhas
Tortas.
Há loucura
Em dia
São.
Há aperto
No que é
Frouxo.
Há sossego
Na tormenta
Paixão.
O que não há
De haver
Nesta história
É o que agora
Virou dor
De frouxo
Tornou-se aperto
De sossego
Brotou o amor.
A insanidade
Me beijou
Como quem
Vem por saudade
Se eu digo
Que és poesia
É por ter querer
Entre versos
Em cortesia.
Em linhas
Tortas.
Há loucura
Em dia
São.
Há aperto
No que é
Frouxo.
Há sossego
Na tormenta
Paixão.
O que não há
De haver
Nesta história
É o que agora
Virou dor
De frouxo
Tornou-se aperto
De sossego
Brotou o amor.
A insanidade
Me beijou
Como quem
Vem por saudade
Se eu digo
Que és poesia
É por ter querer
Entre versos
Em cortesia.
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