Um sentimento
Uma emoção
Um amor
Dois corações.
Duas vidas
Uma união
Uma sintonia
Em perfeita evolução.
Minh'alma amou
Neste terceto
Sem provar a paixão.
Leve desta história
Um soneto
Nenhuma descrição.
(Coautoria: Raphael (lindezo) Ribeiro)
terça-feira, 28 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
Memórias de uma deixa
I
Sufocou a minha solidão
Com as nossas doses
De paixão.
II
Poesia era o que
O meu peito fazia
Enquanto sua boca ria.
III
Sumiu com o inverno:
Nem o diabo te quis
No inferno.
IV
Melancolia:
Afoguei-te
Na poesia.
Sufocou a minha solidão
Com as nossas doses
De paixão.
II
Poesia era o que
O meu peito fazia
Enquanto sua boca ria.
III
Sumiu com o inverno:
Nem o diabo te quis
No inferno.
IV
Melancolia:
Afoguei-te
Na poesia.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Ensaio sobre a retina
Silêncio.
A visão tornou-se sua melhor amiga,
Sua mente a maior cúmplice que a primavera há de ver.
O olhar era o ponto final, o ouvir uma eterna reticência.
Mas isso bastava.
A moça de pele em ardor e olhar de lampejo
Era o travessão para iniciar a fala
De uma história em construção contada no sigilo.
A boca calada permitia que os olhos falassem por ti.
As mãos inquietas queimavam na pele de pêlos eretos.
Era a mais bela prosa entre os seres.
Que seja assim, calado, em reticência.
Que seja assim, olhado, sem interferência.
A visão tornou-se sua melhor amiga,
Sua mente a maior cúmplice que a primavera há de ver.
O olhar era o ponto final, o ouvir uma eterna reticência.
Mas isso bastava.
A moça de pele em ardor e olhar de lampejo
Era o travessão para iniciar a fala
De uma história em construção contada no sigilo.
A boca calada permitia que os olhos falassem por ti.
As mãos inquietas queimavam na pele de pêlos eretos.
Era a mais bela prosa entre os seres.
Que seja assim, calado, em reticência.
Que seja assim, olhado, sem interferência.
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