És o poema
Mais des-
Ajeitado
Do mundo:
Nós.
domingo, 28 de setembro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
Nós de cetim
Acordo entre a escuridão
Procurando por socorro
Perco-me e entro no coro
Entre lágrimas de sertão.
Mãos vagas sufocam a mente
Insultam como delinquentes
Prefiro esperar a sanidade
Antes que isso vire verdade.
Não acordei em nós de cetim
Pensei que seria clemência
O que agora sufoca em mim
É a falta da minha essência.
Procurando por socorro
Perco-me e entro no coro
Entre lágrimas de sertão.
Mãos vagas sufocam a mente
Insultam como delinquentes
Prefiro esperar a sanidade
Antes que isso vire verdade.
Não acordei em nós de cetim
Pensei que seria clemência
O que agora sufoca em mim
É a falta da minha essência.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
O penhasco e a queda
Tu és o penhasco híbrido e angustiante
Que despenquei em queda livre;
Não abri o paraquedas para vivenciar
E apreciar cada instante - mesmo que em borro -
Os papéis que encenamos magistralmente,
Mas que nunca protagonizei deveras.
O que me corrói além do vento,
Que corta e me desfia o cenho,
É notar que o baque maior não aconteceu
Quando me espatifei ao chão.
Que despenquei em queda livre;
Não abri o paraquedas para vivenciar
E apreciar cada instante - mesmo que em borro -
Os papéis que encenamos magistralmente,
Mas que nunca protagonizei deveras.
O que me corrói além do vento,
Que corta e me desfia o cenho,
É notar que o baque maior não aconteceu
Quando me espatifei ao chão.
domingo, 7 de setembro de 2014
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