Peripécias
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Fresta
Observar-te foi como
Voltar de Marte
Em dia de festa
- e que fresta -
Mas desde então
Amar-te é um
Eterno verão
Em pleno inverno
Que plagia a primavera
Sempre que você caminha
Nesse ardor
Que agora desatina.
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